
A situação não está nada fácil para a seleção da República Democrática do Congo. Isso porque toda delegação está cumprindo uma quarentena de 21 dias antes de se apresentare oficialmente para a Copa do Mundo, devido ao surto de ebola que afeta o país. Ao todo, já foram confirmados 900 casos.
Os planos da Federação Congolesa de Futebol (FECOFA) era de que a preparação para o Mundial fosse feita em Kinshasa, capital congolesa, e depois embarcasse para a Bélgica. Agora, jogadores e comissão técnica devem ir direto para o país europeu.
Diante do susto, a FECOFA acalmou os ânimos ao salientar que não haveria problemas de segurança sanitária porque todo o elenco convocado atua na Europa. Os membros da comissão que estavam na RD Congo saíram do país antes do início do surto.
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Governo norte-americano
A necessidade de não passar mais por Kinshasa foi tomada porque o governo dos Estados Unidos exige um período mínimo de 21 dias fora da RD Congo para quem deixa o país em meio ao avanço da doença.
Copa do Mundo
Esta será a segunda participação do Congo em uma Copa do Mundo. A primeira aconteceu em 1974, na Alemanha. O país participou sob o nome de Zaire e ficou conhecida por ser a primeira seleção da África Subsaariana a disputar um mundial. Na ocasião, foi eliminada na primeira fase e ainda perdeu de 3 a 0 para o Brasil.
Nesta edição, a seleção africana caiu no grupo K, com Portugal, que será o jogo de estreia da equipe, no dia 17 de junho, além de Colômbia e Uzbequistão.
