
Quando Renê desembarcou no Barradão no fim de março, a missão parecia clara: resolver o problema do Vitória no ataque. E ele resolveu. Virou titular absoluto, empilhou gols e rapidamente caiu nas graças da torcida.
Mas se alguém achou que Renato Kayzer entregaria a posição sem brigar, se enganou. Mesmo após perder espaço no time titular, o camisa 79 tem mostrado que continua sendo um dos jogadores mais decisivos do elenco rubro-negro. E justamente nos jogos mais importantes da Copa do Nordeste.
Foi dele o gol da vitória sobre o Ceará, nas quartas de final, resultado que colocou o Leão na semifinal do torneio. Contra o ABC, no Barradão, marcou duas vezes e deu uma assistência na goleada por 6 a 2 que encaminhou a classificação para a decisão.
Por fim, na última terça (2), saiu do banco para participar da jogada que resultou no pênalti convertido pelo centroavante diante do Fortaleza, no Castelão, iniciando a virada por 2 a 1, no jogo de ida da final.
Números deixam disputa aberta
A concorrência está longe de ser simples para Jair Ventura. Renê chegou ao Vitória no fim de março, emprestado pela Portuguesa, e rapidamente tomou conta da posição. O atacante soma 10 gols e uma assistência em apenas 17 jogos pelo Rubro-Negro. O desempenho foi tão bom que a diretoria já acertou sua compra em definitivo.
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Do outro lado está Kayzer, que tem 11 gols na temporada e segue sendo uma das principais referências ofensivas do elenco. Mesmo convivendo com lesões e períodos fora da equipe titular, o atacante aparece sempre nos momentos mais importantes do ano.
Quem joga a final?
Com Renê e Kayzer em alta, o treinador ganhou uma dor de cabeça daquelas que todo comandante gosta de ter. Afinal, independentemente de quem começar jogando, o Vitória sabe que tem duas armas capazes de decidir a final e encerrar o jejum de 16 anos sem conquistar a Copa do Nordeste.
