
O Bahia chega para o clássico desta quarta-feira (11), contra o Vitória, com uma preocupação importante no meio-campo. O meia Everton Ribeiro virou dúvida para o Ba-Vi após passar por uma bateria de exames na segunda-feira (9) e não participar do treino com o restante do elenco na reapresentação no CT Evaristo de Macedo.
A possível ausência do meia chama atenção para o desempenho do Bahia nos clássicos desde a chegada do jogador ao clube, no início de 2024. Nesse período, o Tricolor disputou 13 Ba-Vis, com campanha positiva diante do rival.
No recorte geral, o Bahia soma seis vitórias, quatro empates e três derrotas contra o Vitória desde que Everton Ribeiro passou a vestir a camisa tricolor. O retrospecto evidencia uma leve vantagem do time azul, vermelho e branco no confronto mais tradicional do futebol nordestino.
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Desempenho com Everton Ribeiro
Quando esteve em campo, Everton Ribeiro participou de 11 clássicos. Com o camisa 10 em ação, o Bahia conquistou cinco vitórias, quatro empates e sofreu duas derrotas.
Além da contribuição técnica na criação de jogadas, Everton Ribeiro também exerce papel de liderança dentro de campo, atuando como capitão da equipe.
Desempenho sem o camisa 10
Nas ocasiões em que não contou com o meia, o Bahia disputou dois Ba-Vis. O desempenho é equilibrado: uma vitória e uma derrota.
A derrota aconteceu no Campeonato Brasileiro de 2025, quando o Vitória venceu por 2 a 1, no Barradão, pela 28ª rodada da competição, em partida disputada no dia 16 de outubro.
Já o triunfo tricolor sem o camisa 10 ocorreu no Campeonato Baiano de 2026. Na ocasião, o Bahia venceu o Vitória por 1 a 0, também no Barradão, em duelo válido pela quinta rodada da primeira fase do estadual.
Expectativa para o clássico
Diante deste cenário, a possível ausência de Everton Ribeiro acrescenta um elemento de atenção para o Bahia no Ba-Vi desta quarta-feira, marcado para 20h, na Arena Fonte Nova, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro.
Mesmo com desempenho positivo recente no clássico, o Tricolor pode ter que encarar o rival sem o seu principal articulador, fator que obrigaria a comissão técnica a reorganizar o setor de criação para manter o nível competitivo diante do Vitória.
