
A Seleção Brasileira entrou em campo pela segunda vez na Copa do Mundo de 2026, nesta sexta-feira (19) e venceu o Haiti por 3 a 0. Contudo, antes mesmo de os atletas entrarem em campo, a galera de Cajazeiras, em Salvador,se preparava para assistir mais um jogo do torneio, na Arena Pronaica.
Faltando 40 minutos para a partida começar, Ulisses Pereira, de 63 anos, já estava pronto, preparado e querendo. "Camisa do Brasil e cueca azul", afirmou o servidor que estava com altas expectativas para o jogo.

Ele detalhou que como parte da preparação precisa saber quem são os atletas escalados para que tudo dê certo.
"Primeiro, eu vou para as redes sociais para ver como está o time. Tomei um suco de umbu e pedi para o cara preparar um pastel de carne seca", disse Ulisses antes mesmo de saber que o melhor estava por vir.
O pensamento positivo também estava no casal Andre Luis, de 42 anos e Rosângela dos Santos, de 49. A profissional de serviços gerais, que estava toda produzida, revelou que o segredo é não repetir o look.

"Não pode vestir roupa repetida. No outro jogo eu me vestir de azul esperando que ele ganhasse todas até a final", afirmou a mulher, que seguindo a tradição de não usar a mesma cor colocou a camisa amarela pra jogo.
Não tirou o brilho
Mesmo com as dificuldades e com o toró pesado, a festa em Cajazeiras não perdeu o brilho. Além de curtir a Copa e ver a Seleção Canarinho vencer, o público cantou e dançou ao som de Rosiel e da banda Arrocha Aí.
Afinal, para quem não pode atravessar o continente e assistir ao jogo da Seleção do estádio nos Estados Unidos, resta ser feliz com o que pode e, como todo brasileiro, estampar o sorriso no rosto.

O resultado da partida foi só um detalhe. Para quem colou na Pronaica para ver o Brasil em campo, o mais importante foi estar próximo dos seus e ser feliz no simples. Mesmo que tenha que tomar chuva.
