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clássico Sul-Americano - 20/11/2023, 21:13 - Santiago Oliveira

Diniz aponta desfalques contra Argentina, mas elogia atletas presentes

Comandante comentou sobre os desfalques para o clássico Sul-Americano e destacou a influência do Messi na equipe adversária

Fernando Diniz concedendo coletiva de imprensa
Fernando Diniz concedendo coletiva de imprensa |  Foto: Vitor Silva/CBF

Na véspera do confronto contra a Argentina, no Maracanã, na noite desta terça-feira (21), o técnico da Seleção Brasileira, Fernando Diniz, comentou as ausências dos lesionados Ederson, Neymar e Vinícius Jr para o clássico Sul-Americano e destacou a influência do Messi na equipe adversária, mas também no jogo.

"São jogadores que fazem falta em todos os sentidos, dentro e fora de campo. A equipe que vai começar amanhã em comparação com a Argentina é quase o oposto. Três jogadores que eram titulares na Copa do Mundo: Alisson, Marquinhos e Raphinha. Em contrapartida, ciclo que vai se renovando, outros talentos que vão ganhando oportunidade. Se habituando a jogar na Seleção, onde tem ampliação do volume de tudo. Tem que preparar para isso, para ser criticado ou enaltecido. Jogadores vão se preparando para isso. Mas quando o resultado não vem a gente tem que se fortalecer como grupo. Acredito muito nesses jogadores que estão aí. Muita gente nova e talentosa", explicou Diniz.

Diniz elogiou Lionel Messi e respondeu sobre a possibilidade de conter o abastecimento do time argentino ao melhor jogador do mundo. "O Messi mexe. Sobre o meio-campo, não vejo assim, (a Argentina) jogar com três no meio. O futebol não é isso, os encaixes e a coesão é que vão favorecer ou não no decorrer do jogo. Não tem como não se preocupar com um jogador desse tamanho. E a gente tem que jogar. Não fugir das características e ao mesmo tempo tentar conter toda a capacidade de criação que ele possui".

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O Brasil vai a campo com: Alisson, Emerson Royal, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Carlos Augusto; André e Bruno Guimarães; Raphinha, Rodrygo, Gabriel Jesus e Gabriel Martinelli.

Em análise geral do desempenho da Amarelinha em seu comando, o técnico reconhece que precisa fazer mais do que vem sendo feito às 21h30 de terça, no Rio de Janeiro, no clássico contra os hermanos, pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026.

"Contra a Venezuela foi um mal resultado, o time começou jogando bem, no segundo tempo teve oportunidades de ampliar, muitas jogadas de contra-ataque e não soube aproveitar. Numa das poucas jogadas criadas pela Venezuela, eles conseguiram empatar. Contra o Uruguai, a equipe marcou bem, teve controle do jogo, mas criou pouco, coisa que a gente corrigiu no jogo contra a Colômbia. A equipe foi muito envolvente, marcou bem no início do jogo e jogou no campo da Colômbia, depois diminuímos o ritmo da marcação e cedemos espaço. No segundo tempo, tivemos oito oportunidades de fazer o segundo gol, não conseguimos, o time ficou mais aberto do que deveria e marcou mal quando teve que ficar com a linha baixa", refletiu o treinador.

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