
Após vencer o clássico Ba-Vi e encerrar um jejum de cinco jogos no Brasileirão, o Bahia quer seguir embalado no duelo de tricolores neste sábado (17), contra o Grêmio, a partir das 16h, no estádio Alfredo Jaconi, para tentar voltar ao G-6 do Brasileirão. O Imortal, que luta contra o rebaixamento, terá o mando de campo, mas a casa é do Juventude.
Além disso, os gaúchos já sinalizaram que vão mandar a campo um time recheado de reservas, visto que, disputarão partida decisiva na Libertadores logo no início da próxima semana. Por estes motivos, o Esquadrão tem totais condições de triunfar no Sul do país e contrariar o histórico nada animador para a equipe baiana diante do Grêmio: dos 60 confrontos entre as equipes, só 15 acabaram com triunfo baiano, além de 20 empates e 25 vitórias gaúchas.
Ao olhar só para os jogos com mando de campo gremista, a situação se desequilibra ainda mais. O Esquadrão só venceu um dos 25 jogos fora de casa contra o Imortal, com 11 empates e 13 derrotas nos duelos.
Para o jogo de hoje, no entanto, o presente pesa mais que o passado. O Tricolor baiano ocupa a 7ª colocação no Brasileirão e tem 11 pontos a mais que o gaúcho, que está em 14º. Além disso, o foco gremista está na Libertadores, visto que o time titular será poupado.
Contudo, o lateral Luciano Juba prefere pregar cautela. “A gente sabe que independente de eles jogarem com titulares ou não, vamos enfrentar uma grande equipe. A equipe do Grêmio é bem qualificada. Temos que fazer um grande jogo para sair com o triunfo, que é o que nos interessa”, afirmou o jogador em coletiva ontem, na Cidade Tricolor.
Meio-campista de origem, Juba marcou seu gol no último clássico baiano enquanto jogava mais avançado. Por isso, parte da torcida já pede para que o atleta volte a ser escalado no pelotão de frente, mas ele preferiu se colocar à disposição do treinador Rogério Ceni para atuar em qualquer função no duelo desta tarde. “Sempre falei que onde o professor me escolher para jogar, vou desempenhar meu melhor papel, vou me doar ao máximo. Quero sempre ajudar o Bahia, independente de ser na linha da frente ou como lateral”, explicou Juba.
*Sob supervisão do editor Léo Santana
