
O cantor Flavinho, vocalista do grupo Pagod’Art, fez uma homenagem emocionante falando sobre a saudade que sente da esposa neste fim de ano. Ana Paula Barbosa, que era conhecida como Paulinha, morreu na madrugada do dia 25 de dezembro de 2024, aos 43 anos, após lutar bravamente contra um câncer retal.
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O artista fez um vídeo reunindo momentos ao lado de Paulinha e escreveu um pouco sobre a trajetória deles como casal. Eles estavam juntos há 25 anos, tiveram três filhos e construíram uma história de amor e parceria ao longo do tempo.

“Foi assim que nós começamos. A saudade hoje é mato… mato demais. É grande porque o amor foi grande. Daqui formamos nossa família. Construímos tudo do zero, vimos nossos filhos pequenos e os fizemos crescer. Já faz um ano que você não está fisicamente presente, mas a sua presença continua em tudo”, declarou ele.
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Flavinho também falou sobre o processo doloroso do luto: “Estou aqui para cumprir a nossa missão. Não vou mentir, segurei muito, e a dor ainda existe. Um ano se passou, e a saudade só confirma o quanto você foi e sempre será essencial. Antes de eu ser cantor, antes de qualquer carreira, nós nos apaixonamos estudando, sonhando e construindo juntos”.
O desafio de seguir em frente

A carreira do pagodeiro voltou a decolar nos últimos meses, o que fez Flavinho precisar ser cada vez mais forte para seguir em frente e passar alegria para o público mesmo com o coração em pedaços. Ele abriu o coração sobre as expectativas para o ano de 2026.
“Este é um momento difícil, mas especial. Sei que você está torcendo por mim, pelos nossos filhos e pela nossa família. Não estou 100%, e tudo bem. Estou me renovando. O próximo ano será um recomeço. Nosso recomeço. Da família, do trabalho, da vida. Agradeço a Deus pela Escola da Vida que foi estar ao seu lado”, escreveu.
Por fim, o artista se declarou para a eterna esposa: “Paulinha, eu sempre te amei, te amo e sempre vou te amar. A vida oferece outros caminhos, e eu sei que você está torcendo para que eu encontre os meus. Só quem perde sabe a dificuldade de se renovar. E mesmo assim, seguimos”.
