
Após a descoberta do passaporte da modelo Eliza Samudio em um apartamento em Portugal, diversos detalhes de seu passado voltaram a repercutir nas redes sociais. Um dos fatos que mais chocou os internautas foi a revelação de que ela atuou em filmes pornôs, entre 2005 e 2009. Além disso, um de seus trabalhos teria sido comercializado de forma ilegal após sua morte, em 2019.
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Segundo informações veiculadas na imprensa, o material trazia na capa fotos de Eliza ao lado do goleiro Bruno, acusado de ser o mandante do assassinato. Apesar disso, ele não participou da gravação, e sua imagem foi utilizada apenas como estratégia para impulsionar as vendas.
De acordo com o g1, os DVDs custavam entre R$ 3 e R$ 5, e os comerciantes não informavam o nome original do filme. A repercussão foi tamanha que, em alguns locais, o produto chegou a ficar em falta.
A morte de Eliza Samudio

A modelo Eliza Samudio desapareceu em 4 de junho de 2010, aos 25 anos, após ter sido sequestrada, no Rio de Janeiro, e levada para um sítio em Minas Gerais, pertencente ao jogador de futebol Bruno Fernandes, que na época era goleiro do Flamengo. Ela foi dada como morta, apesar do seu corpo nunca ter sido encontrado pela polícia.

De acordo com as investigações, Eliza Samudio foi mantida em cárcere privado, torturada e posteriormente entregue ao ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o "Bola", que a teria asfixiado. Os conflitos sobre a paternidade e o pagamento de pensão alimentícia do filho que Eliza teve com o atleta teriam motivado o crime.

Em 2013, o goleiro Bruno foi condenado a 22 anos e 3 meses de prisão por homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação de cadáver. Atualmente, ele cumpre pena em regime de liberdade condicional.

