
O cantor Deivison Nascimento, mais conhecido como Oh Polêmico, vai mudar de nome artístico. Em entrevista exclusiva ao MASSA!, o artista revelou que em breve passará a ser chamado apenas de Polly.
Nos últimos tempos, o pagodeiro já vinha dando sinais dessa mudança. Um exemplo foi o lançamento do seu primeiro audiovisual, em 2025, intitulado “Vibe do Polly 2.0”, no qual o novo nome já ganhou destaque.
Mas não é só a identidade artística que está mudando. Polly também falou sobre a evolução do seu estilo dentro do pagodão e como tem buscado ampliar o alcance das suas músicas.
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“O samba do Polly foi algo que eu criei ali no ensaio e deu muito certo. A gente produziu e estava rodando o mundão com o samba do Polly. Trouxe o Coreano também para participar, que foi um dos caras que me ajudou a estourar o samba do Polly. E a Vibe do Polly já é um projeto com mais letras. A minha música está com mais letra. Eu sempre criei música com um pedacinho de letra, refrão. A gente também está trabalhando num duplo sentido. A gente está nesse rumo de estar limpando as músicas, alcançar outros públicos também e, graças a Deus, está caminhando. O público está se identificando bastante, estou recebendo mensagens diariamente das pessoas curtindo a Vibe do Polly”, explicou.

Plágio no pagodão
Durante a entrevista, Polly também comentou sobre um problema que vem incomodando muitos artistas do gênero: o plágio nas melodias do pagodão, situação cada vez mais recorrente no cenário musical.
Inclusive, é comum que o público acabe tendo dificuldade de identificar quem realmente lançou determinada música primeiro, justamente por conta da semelhança nas batidas.
Apesar da situação delicada, o artista afirmou que prefere lidar com o tema de forma tranquila e sem criar grandes conflitos.
“É complicado. Porque, se você falar, tem gente que não entende. Acho que o artista que se sente incomodado quando alguém pega seu swing tem que saber falar também. Não pode estar com ignorância. Saber falar: ‘Pô, irmão, não gostei, você pegou sem minha permissão. Poderia ter me comunicado’. Mas é saber resolver, dar os créditos. Acho que também não precisa essa parte de chegar e derrubar. Porque, querendo ou não, você está mexendo com o sonho do pivete. Ainda mais quando uma música bate. Então é não se derrubar, não mexer com o swing da pessoa. É saber resolver da melhor forma. E é dessa forma que eu peço”, disse.
