
Antes mesmo de chegar às prateleiras, a tentativa de usar o nome Anitta em produtos de beleza acabou barrada. A cantora conquistou uma decisão favorável no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), que impediu uma empresa farmacêutica de aplicar a grafia do seu vulgo artístico em uma linha de cosméticos.
A confusão envolve a fabricante do vermífugo “Annita”, medicamento registrado desde 2004. Além do remédio, a empresa também detém o registro da marca com a mesma escrita usada pela cantora e tentou ampliar esse uso para outros setores do mercado, o que acendeu o alerta da equipe da artista e virou alvo de contestação.
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No despacho, o INPI destacou que o medicamento não entrou na disputa e segue regular. O foco do processo era barrar a tentativa de levar a grafia para itens de beleza, algo que poderia gerar associação com a imagem da funkeira. O órgão reconheceu que se trata de um nome artístico amplamente conhecido, o que impede o registro sem autorização expressa, conforme a Lei de Propriedade Industrial.
A decisão também levou em conta a existência de marcas semelhantes às já registradas, como “Anita”, “ANNYTA.COM” e “ANITA COSMÉTICOS”, pontuando o risco de confusão no mercado. A disputa começou em 2023 e envolveu outras empresas, incluindo uma fabricante de gin, que conseguiu manter o uso do nome.
