
A passagem da global Thalma de Freitas, no Pelourinho, no último fim de semana, ganhou um momento especial quando a atriz e cantora carioca pegou o microfone e cantou no Pulsar, em uma daquelas cenas espontâneas que traduzem o espírito de encontro do espaço, inaugurado no início deste ano e já caiu nas graças dos soteropolitanos de todas as tribos.
Conhecida por sua trajetória na televisão, teatro, cinema e também na música, Thalma se permitiu viver Salvador de uma maneira mais próxima, longe dos grandes palcos e cercada por artistas, produtores, personalidades e amigos.
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À frente do Pulsar, Dody Só recebeu a artista ao lado de Agnoell Crioulo, que vem atuando na programação e na construção desse ambiente de convivência entre música, gastronomia e diferentes expressões da cultura baiana.
Entre os presentes estavam ainda Zé Arerê, presidente do bloco Alerta Geral e grande incentivador do samba baiano; Ângela Guimarães, secretária de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais da Bahia; Raimundo Bujão do Ilê Aiyê e outros nomes que circulam pela cena cultural da cidade.
"Mais do que uma apresentação, o canto de Thalma foi um daqueles momentos que acontecem quando artistas se encontram sem formalidades.", disse Agnoell Crioulo à nossa coluna.

