
A Odisseia chegou aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (17), cercado de expectativa e com status de um dos lançamentos mais ambiciosos da carreira de Christopher Nolan. Depois do sucesso de Oppenheimer, o diretor mergulha na mitologia grega para adaptar o clássico poema de Homero, acompanhando a longa e perigosa jornada de Odisseu (Matt Damon) de volta para casa após a Guerra de Troia.
O longa reúne um elenco de peso, com nomes como Anne Hathaway, Tom Holland, Zendaya, Charlize Theron e Robert Pattinson. Na trama, o herói encara criaturas mitológicas, deuses e diversos desafios enquanto tenta reencontrar a esposa Penélope e o filho Telêmaco, que lutam para proteger o reino de Ítaca.
Filme foi pensado para o IMAX 70 mm
Fiel ao estilo que consagrou sua carreira, Nolan filmou A Odisseia inteiramente com câmeras IMAX 70 mm, tornando-o o primeiro longa da história produzido 100% nesse formato. O objetivo é entregar uma imagem com resolução e nível de imersão superiores aos das exibições convencionais.
Leia Também:
O problema é que pouquíssimos cinemas conseguem reproduzir o filme exatamente como o cineasta imaginou. Apenas cerca de 40 salas em todo o mundo — algumas fontes apontam 41 — possuem projetores IMAX 70 mm compatíveis com a tecnologia usada por Nolan. Isso fez fãs viajarem para outros países apenas para assistir à versão considerada "ideal" pelo diretor.
No Brasil, apesar de existirem salas IMAX, nenhuma conta com a projeção em IMAX 70 mm. Ainda assim, o filme pode ser visto em versões IMAX Laser e em outros formatos premium, preservando parte da experiência visual planejada pela produção.
As primeiras críticas internacionais também animaram os fãs. O novo trabalho de Nolan estreou recebendo elogios pela direção, pela escala da produção e pelo visual impressionante, reforçando a expectativa de mais um grande sucesso do cineasta nas bilheterias.
