
Um ônibus do sistema de transporte público de Salvador pegou fogo na noite desta quarta-feira (3), nas proximidades da região do Boiadeiro, na Avenida Afrânio Peixoto, conhecida como Avenida Suburbana, sentido Calçada, próximo diversas casas. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.
Muitos moradores se assustaram com barulho da explosão, após as chamas atingirem a fiação dos postes. Até o momento, o trânsito no sentido Calçada segue congestionado.
De acordo com relatos de passageiros, a situação começou pouco antes de o coletivo chegar ao ponto. Luiz Carlos Soledade, de 55 anos, contou que percebeu algo estranho quando as luzes do veículo apagaram.
"Já aqui no Boiadeiro ele apagou a luz. No próximo ponto começou a sair fumaça e o fogo pegou", relatou.
Segundo o passageiro, o cobrador ainda tentou controlar as chamas utilizando os extintores do ônibus, mas não conseguiu conter o incêndio.
"O cobrador tentou apagar com o extintor, não conseguiu. Tentou com o segundo também, mas as chamas acabaram tomando conta", disse.
Diante da situação, o motorista pediu que todos os passageiros deixassem o veículo imediatamente. Ainda conforme Luiz Carlos, cerca de dez pessoas estavam no ônibus no momento do incidente.
"O motorista pediu para todo mundo sair rápido. Graças a Deus o ônibus não estava cheio, tinha umas dez pessoas apenas", afirmou.
O Corpo de Bombeiros foi acionado e conseguiu controlar as chamas. Imagens registradas por testemunhas mostram uma grande quantidade de fumaça saindo do veículo enquanto o fogo consumia a parte dianteira do coletivo.
Em nota enviada ao MASSA!, a Integra informou que o veículo pertence à empresa Plataforma e que as primeiras informações apontam para um curto-circuito no sistema elétrico como causa do incêndio.
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"Efetivamente ocorreu o sinistro com um ônibus da empresa Plataforma. As primeiras informações são de que o incêndio foi provocado por um curto-circuito no sistema elétrico do veículo", informou César Nunes, representante da Integra.
O MASSA! também entrou em contato com a Coelba para obter mais informações sobre o caso, mas não recebeu retorno até a publicação desta matéria.
