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Preço disparou! - 04/03/2024, 18:24 - Da Redação

Preço da Cesta Básica em Salvador dispara em fevereiro; entenda

Foi registrado um aumento de R$ 16,38 (2,93%) em relação a janeiro deste ano

Cesta básica ficou mais cara em Salvador, no mês de fevereiro
Cesta básica ficou mais cara em Salvador, no mês de fevereiro |  Foto: Divulgação

A Cesta Básica de Salvador aumentou para R$ 575,66 no mês de fevereiro de 2024, um aumento de R$ 16,38 (2,93%) em relação a janeiro deste ano. Os dados foram calculados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), com base em 2.950 cotações de preços realizadas em 97 estabelecimentos comerciais (supermercados, açougues, padarias e feiras livres).

Registraram alta o total de 25 dos 16 produtos da Cesta Básica de Salvador. Dentre eles, a banana-prata (15,99%), cenoura (15,66%), linguiça calabresa (10,14%), cebola (9,89%), foram os produtos que mais apresentaram aumento de preço.

Em seguida, aparecem também, a batata inglesa (6,09%), pão francês (5,13%), maçã (4,57%), feijão (4,47%), arroz (3,41%), queijo muçarela (2,11%), leite (2,07%), café moído (1,92%), ovos de galinha (1,66%), manteiga (1,65%), farinha de mandioca (1,58%) e a carne de segunda (1,36%).

Além dos aumentos, nove produtos apresentaram redução: queijo prato (-13,54%), frango (-4,25%), carne de sertão (-3,66%), óleo de soja (-3,37%), carne de primeira (-2,24%), flocão de milho (-1,32%), açúcar cristal (-1,14%), macarrão (-1,11%) e o tomate (-0,96%).

O subconjunto dos ingredientes relativos ao almoço soteropolitano – composto por feijão, arroz, carnes, farinha de mandioca, tomate e cebola – apresentou alta de 1,22% e foi responsável por 36,03% do valor da cesta. O subgrupo de gêneros do café da manhã, formado por café, leite, açúcar, pão, manteiga (e/ou queijos), aumentou 1,71% e foi responsável por 32,60% do valor da cesta no mês de fevereiro de 2024.

O tempo de trabalho de um trabalhador soteropolitano para comprar a Cesta Básica foi de 96 horas e 57 minutos, o que equivale ao comprometimento de 44,07% do valor líquido de um salário mínimo de R$ 1.221,00, depois de descontado o valor de 7,50% da contribuição para a Previdência Social.

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