
O caso do influenciador Mayk Leão, que viralizou após registrar luzes misteriosas e afirmar ter visto um suposto OVNI em seu sítio, no interior do Paraná, reacendeu o interesse por histórias envolvendo objetos voadores não identificados.
Entre os relatos mais curiosos está um caso que ganhou repercussão em Feira de Santana, na Bahia, no fim da década de 1970. Com o tema novamente em alta, o MASSA! relembra essa história inusitada.

A protagonista do episódio foi Maria Amélia Gomes, conhecida como Dona Milu, operadora de transmissor de uma rádio local e já falecida. Durante mais de 50 anos trabalhando nos transmissores da emissora, instalados em uma área isolada e distante da cidade, onde criou os filhos, Dona Milu dizia ter presenciado, em diversas ocasiões, objetos voadores estranhos e figuras humanoides circulando pela região.
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No entanto, nenhum desses episódios teria sido tão marcante quanto o que aconteceu em uma tarde de domingo. Segundo seu relato, ela estava sentada em frente à casa do transmissor para aliviar o calor, acompanhada dos netos Anderson e Gersivan, então com 10 e 12 anos. Foi quando um objeto voador que descreveu como uma espécie de grande motocicleta fechada, porém sem rodas, aproximou-se do local e permaneceu pairando a poucos metros do chão, sem tocá-lo.
Dona Milu contou que foi chamada pelo ocupante da nave. Embora o suposto visitante não tenha pronunciado nenhuma palavra, ela afirmou que compreendeu perfeitamente o que ele queria dizer, como se a mensagem fosse transmitida diretamente à sua mente por telepatia.
O pedido inusitado do visitante

O extraterrestre teria pedido óleo para o veículo voador. Ela então entregou uma lata, que foi utilizada pelo visitante de outro mundo em uma parte da nave que ela não conseguiu identificar. Após agradecer, o objeto voador subiu verticalmente e deixou o local. Naquele momento, os dois netos teriam tentado se aproximar e até se pendurar na estrutura, sendo rapidamente puxados pela avó.
A descrição do ser também chamava atenção. Dona Milu dizia que ele tinha cerca de 1,60 metro de altura, pele morena, cabeça arredondada e olhos sem expressão. “Parecia uma pessoa comum, mas o rosto era liso, sem marcas, como uma máscara”, relatava.
Como era o suposto extraterrestre
Outro detalhe que ficou gravado em sua memória eram as mãos do visitante. Segundo ela, os dedos eram semelhantes aos humanos, mas mais curtos, terminando antes das falanges completas. Anos depois, ainda comparava a imagem a um rapaz de sua cidade natal, Ipirá, que havia perdido parte dos dedos em um acidente.
A curiosa nave descrita por Dona Milu não apareceu apenas em seu relato. Na mesma época, moradores da região sisaleira também afirmaram ter visto um objeto semelhante, frequentemente descrito como algo que lembrava uma motocicleta ou até mesmo um Fusca voador.
A história do suposto OVNI na "Princesinha do Sertão" foi relembrada pelo jornalista Zadir Marques Porto em uma publicação no site oficial da Prefeitura de Feira de Santana.
