
A compra de um imóvel pode parecer um sonho distante para muita gente, mas existem maneiras de conquistar a tão sonhada casa própria de uma maneira mais simples e que não pese tanto no bolso, como os leilões imobiliários. Esses eventos ajudam quem busca sair do aluguel ou diversificar a renda por um valor até 50% abaixo do mercado.
O setor vive um momento de expansão acelerada. Em 2025, o volume de imóveis ofertados em leilões cresceu mais de 35%, impulsionado pela digitalização e pela maior segurança jurídica. O perfil dos compradores também mudou: hoje, cerca de 70% dos arrematantes buscam imóveis para uso próprio, e não apenas como investimento.
O salto é visível nos números. Em 2022, pouco mais de 7 mil imóveis foram levados a leilão no Brasil. Dois anos depois, esse total já ultrapassava 25 mil, revelando uma nova dinâmica no mercado imobiliário.

Para Pedro Carneiro Sales, advogado e investidor imobiliário, esse crescimento também é um indicativo da necessidade de cautela, afinal, é preciso estar atento para não cair em laranjada.
“O leilão deixou de ser um ambiente restrito a investidores experientes e passou a atrair pessoas comuns, que querem comprar para morar ou gerar renda. Mas é preciso entender que não se trata de sorte. Existe análise, estratégia e risco envolvido”, afirma.
Em Salvador, os interessados em aprender mais sobre como funcionam os leilões de imóveis podem se reunir no workshop Primeiro Lance, marcado para o dia 30 de maio, no Salvador Trade Center, na Avenida Tancredo Neves. A iniciativa promete esclarecer como ocorre esse tipo de negociação, com análise de imóveis reais e simulação de lances ao vivo.
