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Todo cuidado é pouco! - 07/01/2026, 21:30 - Da Redação

Casos de dengue tiveram grande redução na Bahia em 2025

Pasta enfrentou problemas epidemiológicos em 2024

O número de mortes por dengue na Bahia teve uma redução significativa em 2025
O número de mortes por dengue na Bahia teve uma redução significativa em 2025 |  Foto: Luis Robayo/AFP

A Bahia teve uma queda grande nos casos de arboviroses em 2025, em comparação com o ano passado. Os números mostram que a dengue, a chikungunya e a zika atingiram bem menos pessoas em todo o estado. As informações foram divulgadas na manhã desta quarta-feita (7) pela Secretaria de Saúde (Sesab).

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De acordo com os dados oficiais, foram registrados 32.715 casos prováveis de dengue em 2025. Em 2024, esse número tinha passado de 232 mil, o que representa uma redução de 86%. A chikungunya também apresentou queda expressiva: foram 2.562 casos neste ano, contra 16.757 no mesmo período do ano passado, uma diminuição de 84,7%. Já a zika teve 305 notificações em 2025, enquanto em 2024 foram 1.192 casos, uma redução de 74,4%.

Menos mortes

Outro dado que chama atenção é a diminuição das mortes por dengue. Em 2025, foram confirmados 14 óbitos, contra 182 no ano anterior, uma queda de mais de 92%. Além disso, nenhum município baiano está em situação de epidemia neste ano, diferente de 2024, quando seis cidades enfrentavam esse cenário.

Trabalho pesado

Segundo o Governo do Estado, os resultados são fruto do trabalho conjunto da Sesab com as prefeituras. Cerca de R$ 32 milhões foram investidos em ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, incluindo a compra de equipamentos, veículos de fumacê, kits para agentes de endemias, além de medicamentos, materiais de prevenção e campanhas educativas.

A secretária estadual da Saúde, Roberta Santana, reforçou a importância da união entre os governos federal, estadual e municipal. “O Governo do Estado está apoiando todos os municípios, mas é fundamental que cada um faça a sua parte. As prefeituras precisam manter as ações de saúde básica, cuidar da limpeza urbana e envolver a população nesse combate”, afirmou.

Todo cuidado é pouco

Mesmo com os bons resultados, o alerta continua. A diretora de Vigilância Epidemiológica do Estado, Márcia São Pedro, lembra que os cuidados não podem ser deixados de lado. “É fundamental eliminar focos de água parada, como vasos de plantas e garrafas, que servem de criadouro para o mosquito”, explicou. Ela também destacou que há vacinas disponíveis contra a dengue para adolescentes de 10 a 14 anos.

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