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Situação tensa! - 29/02/2024, 18:38 - Vinicius Portugal

Apae cobra repasse de alimentação à prefeitura de Feira de Santana

Caso foi denunciado nesta quinta-feira (29) pelo vereador Emerson Minho (DC) em sessão parlamentar, afetando 480 alunos

Associação busca reverter decisão do SEDUC
Associação busca reverter decisão do SEDUC |  Foto: Reprodução

A Associação de Pais e Amigos Excepcionais (APAE) vive um impasse com a prefeitura de Feira de Santana sobre o repasse para alimentação escolar. O caso foi denunciado nesta quinta-feira (29) pelo vereador Emerson Minho (DC) em sessão parlamentar, afetando 480 alunos.

A Secretaria Municipal de Educação Relativa teria retirado a APAE do "fluxo normal" e a colocou no grupo de "escola especial", o que impede a nova empresa fornecedora de alimentos de entregar à instituição.

“Em 9 de janeiro, a diretoria da APAE (Presidente Elivaldo Morais e Diretora Drª Mary Portugal), se reuniram com a Secretaria da SEDUC-Secretaria de Educação, Profª Anaci Paim, para assinatura do Convênio de Parceria com a APAE, que teria como objetivo a cessão de profissionais pedagógicos e outros, além de alimentação para os alunos assistidos, no entanto, há duas semanas, fomos surpreendidos com a informação da anulação do convênio, pois o Programa Escolar não contemplará a APAE, por ser Centro de Atendimento Educacional Especializado e o programa só contempla a Rede Regular de ensino”, informou a instituição ao Portal Massa!

A fundação tenta reverter a situação junto com a prefeitura, já que 95% dos assistidos da APAE vêm da classe baixa, com condições de vulnerabilidade social e necessitam da alimentação. “Dialogamos e tentamos sensibilizar a Secretaría para a carência dos assistidos e por atendermos público de pessoas com deficiência Intelectual, múltiplas e autismo, que o município não atende, e que há demanda crescente com fila de espera”. O caso segue sendo analisado pela SEDUC.

Diante disso, a associação faz um apelo, já que caso não consiga um retorno positivo da prefeitura, se tornaria inviável conseguir alimentação para esse número alto de pessoas.

“Caso não haja uma devolutiva solucionando este impasse, infelizmente não teremos condição de continuidade ao atendimento e ampliação das vagas, pois necessitamos desta parceria”.

A reportagem entrou em contato com a prefeitura de Feira de Santana, porém até o fechamento da matéria não obtivemos um posicionamento.

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