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nostalgia carnavalesca - 28/02/2025, 03:00 - Bruno Dias

Carnaval na 'gringa' e manga do céu: foliões lembram histórias da folia momesca

Galera relembrou momentos inesquecíveis em conversa com o MASSA!

Antonio Bispo de Santana Filho, morador de Abrantes e fã de Bell Marques
Antonio Bispo de Santana Filho, morador de Abrantes e fã de Bell Marques |  Foto: Clara Pessoa / Ag. A TARDE

O Carnaval de Salvador reúne pessoas de todos os tipos, cada uma com histórias marcantes de folias passadas. Em meio ao batuque e à fanfarra das marchinhas do Circuito Batatinha, no Pelourinho, nesta quinta-feira (27), dois foliões compartilharam momentos marcantes que viveram na festa.

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Em entrevista ao Portal MASSA!, Antonio Bispo de Santana Filho, de 63 anos, morador de Abrantes, contou sobre sua relação antiga com as pipocas de Bell Marques, que já renderam boas memórias e ainda hoje causam arrepios ao relembrá-las.

“Ave Maria, quando eu bebo e tô no meio daquela galera, saio doido mesmo! Na época, botava um conhaque do lado do braço, tomava aquele gás. Aí, quando o Carnaval terminava, pronto... Acabou, comecei a chorar. Chorei, chorei e não queria mais ir pra casa, queria ficar”, contou.

Outro episódio inesquecível foi quando matou a ‘larica’ com uma manga que, literalmente, ‘caiu do céu’. “Eu sempre gostei de um 'reggae'. Minha companheira já estava comigo na época e a gente sem grana naquele momento. Curtimos e não tinha como voltar pra casa, então fomos pra uma praça pública, sentamos ali, passando uma fome danada, quando, de repente, uma manga caiu do céu. Eu disse: 'É essa aí! Vamos matar nossa fome'. Caímos pra dentro e fomos felizes. Agora são vinte e cinco anos de casados", lembrou.

Do caos de Nova Orleans pra folia de Salvador

Outra história memorável é a de Adriane de Souza, brasileira que atualmente mora nos Estados Unidos. Ela contou ao MASSA! que já aproveitou diversos carnavais na 'gringa', mas nenhum tem a vibe da capital baiana.

Adriane de Souza, brasileira que atualmente mora nos Estados Unidos
Adriane de Souza, brasileira que atualmente mora nos Estados Unidos | Foto: Clara Pessoa / Ag. A TARDE

"Lá eles têm Carnaval, mas é bem diferente. As ruas são menores, e a galera fica muito bêbada, tem gente que até se machuca. Quando vim ao Brasil pela primeira vez pra curtir o Carnaval, achei tudo muito mais calmo, sem violência, pelo menos pra mim", iniciou.

"Lá o pessoal bebe demais, cai no chão, fica completamente bêbado. Não tem tantos policiais como aqui, mas tem corpo de bombeiro por todo lado. Parece organizado, mas, na real, é uma bagunça. Muita gente caindo na rua, mijando em qualquer canto... Aqui achei bem mais tranquilo", finalizou.

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