
O bafafá envolvendo o ex-participante do Big Brother Brasil 26, Pedro Henrique Espíndola, segue dando o que falar. No processo em que o jovem move contra a TV Globo alegando danos morais e materiais, e pedindo R$ 4,25 milhões, é citado também o nome da apresentadora Ana Maria Braga, que foi chamada “predadora de homens mais novos”. As informações são do portal Leo Dias.
Para quem não está entendendo nada, em janeiro, enquanto ainda estava no reality, Pedro apertou o botão da desistência após tentar beijar a sister Jordana sem a autorização dela e desde então é acusado de assédio. Os advogados do ex-BBB, acreditam que a Globo teria exposto o participante a situações de pressão extrema dentro do reality e, depois, não deu o suporte necessário quando ele deixou o programa. O texto fala até em “abandono” em um momento crítico de saúde mental, o que teria agravado ainda mais o quadro dele.
Leia Também:
Depois de sair do programa, Pedro foi internado em um hospital psiquiátrico. A defesa alega que até a internação do jovem foi afetada.
Mas o que Namaria tem a ver com isso? Na ação, a defesa de Pedro cita falas de Ana Maria Braga e além de chamá-la de “senhora, predadora de homens mais novos, reconhecida nacionalmente por tal conduta”, eles acham que ela também deve ser responsabilizada pelas declarações feitas em rede nacional sobre o ex-brother.
Veja um trecho da ação:
“Agora, além de ‘juíza’, como fez com Pedro, estimula violência gratuita. Causa espanto maior, vindo de uma senhora predadora de homens mais novos, reconhecida nacionalmente por tal conduta, pregar tanta moral e agir desta maneira. No caso concreto, ainda não cabe sequer à emissora alegar eventual senilidade da referida senhora. Se está senil, que a tirem do ar”. Trecho disponibilizado pelo portal Leo Dias.
O texto aponta faz menção de que a situação vivida por Pedro contribuiu para o seu "linchamento virtual". Os advogados indicam um suposto padrão de comportamento, mencionando outra declaração em que a apresentadora teria dito que “bateria” em Ana Paula Renault, interpretada como incentivo à violência.
