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Seg, 13/01/2020 | Atualizado em: 13/01/2020 às 05h06


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Patamar superior

Jefferson Domingos
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O clima de empolgação toma conta dos torcedores do Bahia no início desta temporada. E, de fato, há motivos para isso: inauguração do Centro de Treinamento Evaristo de Macedo, manutenção do técnico e de peças importantes do elenco, além de estabilidade financeira.

No entanto, junto com o desenvolvimento do clube, cresce também a exigência dos próprios tricolores, carentes de grandes conquistas nos últimos anos. E os dirigentes do Esquadrão sabem da cobrança. "O que a gente está buscando é, justamente, ter estrutura para ter resultado em campo e formar um time mais forte", disse o presidente do clube, Guilherme Bellintani.

E a ansiedade da torcida é algo com o que a diretoria deve trabalhar. Em 2019, a boa campanha no primeiro turno do Campeonato Brasileiro fez os tricolores sonharem com a vaga na Libertadores.

Neste ano, o entusiasmo foi impulsionado com a inauguração do Centro de Treinamento Evaristo de Macedo, em um evento no último sábado (11), que contou com a presença de cerca de 7 mil torcedores e ídolos do clube, que falaram sobre o momento. Entre eles, o próprio Evaristo, grande homenageado do dia. "A gente sente no ar uma expectativa de vitórias. Muitas vezes a gente entra num clube e não vê essa possibilidade", disse o treinador do título brasileiro em 1988.

O ex-jogador Zé Carlos, que fazia parte do grupo comandado por Evaristo, acha que o novo CT coloca o Esquadrão "entre os maiores clubes do mundo". Outro que participou daquele título e que se mostra eufórico com o momento do Tricolor é o ex-zagueiro João Marcelo. "Tenho certeza que o Bahia vai evoluir e novas coisas vão surgir. A perspectiva é que o clube passe a revelar mais jogadores, que contrate menos", avaliou