Esporte

Seg, 13/01/2020 | Atualizado em: 13/01/2020 às 05h06


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um mar de talento baiano mergulha no sonho de ser campeão

Pedro Moraes*
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O surfe é um dos esportes em grande evidência na atualidade. Com constantes aparições abrilhantadas de surfistas brasileiros em competições mundiais, a modalidade tem ganhado proporções cada vez maiores. Não à toa, o Brasil tem na bagagem dois campeonatos mundiais conquistados por Gabriel Medina e, o último, em 2019, pelo surfista nordestino Ítalo Ferreira. Com a missão também de dá continuidade a essa 'tempestade' brasileira de talentos, o baiano Fabrício Bulhões busca o apoio de patrocinadores na batalha por seus principais objetivos: ser campeão brasileiro profissional e disputar entre os melhores do mundo. "Pra correr a divisão de base, a WQS, preciso ter um recurso anual de R$ 60 mil. Como esse ano pretendo concorrer, pelo menos, duas etapas do WQS, preciso de um patrocinador pra colar junto comigo. Com certeza, seria mais um incentivo para conseguir voos maiores. Estou focado, com vontade de vencer e com gana de conquistar. Confio no meu potencial, sei que tenho capacidade para estar disputando com os grandes do mundo", afirmou Bulhões.

Natural de Ilhéus (BA), o surfista de 23 anos é tricampeão baiano de surfe amador e possui no currículo dois vice-campeonatos baianos profissionais, conquistados em 2018 e 2019.

Esse talento e amor pelo esporte vem de berço: a família paterna de Fabrício também pega onda, o que o influenciou desde os dez anos a cair no mar.

Cheio de personalidade, Fabrício sonha alto. "Me espelho no Ítalo Ferreira, Filipe Toledo e outras feras retrô como Kelly Slater e Mick Fanning. Todos eles têm personalidades fortes e conquistaram grandes coisas no surfe. Inicialmente,

eu penso em estar 'brigando' com os brasileiros, os melhores do mundo", revelou.