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Qua, 06/11/2019 | Atualizado em: 06/11/2019 às 04h05


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'Liberta' Fim do jejum pra manter sonho vivo

Leo Moreira
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Sem vencer há quatro jogos no Brasileirão, o Bahia entra em campo hoje diante da Chapecoense, às 21h30, na Arena Fonte Nova, pra tentar encerrar o jejum e manter o sonho de uma vaga na Copa Libertadores vivo.

Se o cenário das últimas partidas do Tricolor já não é dos melhores, quando trata-se dos jogos em seus domínios é ainda pior. A última vez que o Esquadrão faturou os três pontos atuando em Salvador aconteceu no dia 25 de setembro, diante do Botafogo por 2 a 0. De lá pra cá, em mais de um mês sem vencer como mandante, são três derrotas e um empate.

Apesar de ocupar a vice-lanterna da competição, a Chape costuma complicar a vida do Bahia. No retrospecto entre os times, a equipe catarinense leva boa vantagem. São sete confrontos, com uma vitória do Bahia, três empates e três derrotas para o Verdão e, por isso, o zagueiro Juninho prega respeito ao adversário.

"Todos os jogos são difíceis, como foi contra CSA, vários outros times, mesmo abaixo da gente. Jogos difíceis com resultados minúsculos. A gente sabe a dificuldade e temos que ficar atentos. Há duas semanas, eles ganharam do Atlético-MG na casa deles por 2 a 0. Então, é um jogo para ficar esperto e pontuar dentro de casa", destacou o defensor em coletiva ontem no Fazendão.

Para esta partida, o técnico Roger Machado contará com o retorno do volante Gregore, segundo maior ladrão de bolas da Série A e que cumpriu suspensão no empate com o Cruzeiro. "É uma segurança maior. É um jogador de contenção, que fica para ajudar na marcação, enquanto o João e o Flávio saem mais. Isso é essencial para a gente, e a volta dele vai ser muito importante. Ele nos ajuda bastante na marcação, então vai ser muito importante a volta dele", lembrou Juninho.

Já em relação à defesa, que levou sete gols nos últimos quatro jogos do Brasileirão e já foi um dos pilares da boa fase da equipe, o zagueiro reconheceu que houve uma queda de produção que acarretou no mau momento tricolor. "A gente tem que corrigir vários erros. A maioria dos gols foram erros defensivos que não vinham acontecendo. A fase era muito boa", concluiu o camisa 40.