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Seg, 19/08/2019 | Atualizado em: 19/08/2019 às 04h03


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Pela Copa Ex-Leão fica pertinho de virar 'chinês'

Das Agências
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Quando escalar, de fato, brasileiros em sua seleção, a China vai se juntar a um grupo de países que se valem de estrangeiros para fortalecer o futebol local. Até hoje, 24 'brazucas' fizeram esse caminho, dos quais cinco atuaram na última Copa do Mundo, em 2018, na Rússia.

A China agora tem outros nomes dispostos a defender o país no Mundial de 2022, em caso de classificação. Entre eles, o atacante Elkeson, revelado pelo Vitória em 2009 e atualmente no Guangzhou Evergrande.

Ricardo Goulart, também do Guangzhou, Alan, do Tianjin Tianhai, Aloísio, do Guangdong Tigers, e Fernandinho, do Hebei Fortune, também estão à espera dos documentos da naturalização, já encaminhados às autoridades.

É a primeira vez na história que a seleção asiática se abre para estrangeiros. Apegada ao patriotismo e tradição milenares, os chineses mudaram de postura a partir deste ano pela meta de voltar a disputar uma Copa. A única participação em Mundiais foi em 2002.

Defender a China vai exigir sacrifícios. O quinteto precisará aprender a cantar o hino, terá aulas sobre história e cultura, precisará renunciar à nacionalidade brasileira e terá de adquirir um nome chinês. Elkeson deve ser chamado de Ai Jisen.