Tá Quente!

Sex, 28/06/2019 | Atualizado em: 28/06/2019 às 04h02


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Resistência Futebol feminino sofre sem apoio

Raul Aguilar
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Falta de patrocinadores, políticas públicas e um enorme preconceito. Estes foram alguns dos desafios enfrentados pelo futebol feminino expostos ontem, durante a sessão especial "Políticas de Valorização do Futebol Feminino na Bahia", proposta pela deputada estadual Olivia Santana (PCdoB), na Assembleia Legislativa da Bahia. Em seu discurso, Olivia citou um estudo feito pelo sindicato internacional dos jogadores de futebol (FIFPro) e disse que é preciso mudar a mentalidade sobre o futebol feminino. "O estudo mostrou que 49% das mulheres que praticam futebol feminino de forma profissional não recebem salário e só 1% das jogadoras tem o poder de cobrar o salário igual ou maiores que 29 mil reais. Não podemos ver o futebol feminino como diversão, não é uma brincadeira das meninas, um joguinho das meninas. É um esporte profissional", ressaltou Olivia.

O vice-presidente da Federação Bahiana de Futebol (FBF), Manfredo Lessa destacou a falta de políticas públicas estaduais e municipais para o futebol feminino.