Nas Ruas

Seg, 06/05/2019 | Atualizado em: 06/05/2019 às 12h12


Nas Ruas

Unidades de saúde deixam a desejar

Jane Fernandes
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Portas estreitas, ausência de elevadores, rampas fora do padrão ou inexistentes, e ausência de pista tátil nas áreas externas são algumas das dificuldades que pessoas com deficiência encontram cotidianamente nos serviços médico-hospitalares, seja da rede pública ou privada. Estima-se que 26% da população de Salvador apresenta algum tipo de deficiência, isso sem considerar limitações temporárias de mobilidade, nem as decorrentes do avanço da idade. A diretora de comunicação da Associação Baiana dos Cegos (ABC), Sílvia Cristina Oliveira, destaca a dificuldade de se locomover dentro das edificações. "A maioria não tem pista tátil para que possamos chegar ao banheiro, à sala do médico ou do exame. E onde tem ainda é comum encontrar obstáculos, como cadeiras sobre a pista tátil", conta.