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Ter, 22/01/2019 | Atualizado em: 22/01/2019 às 05h02


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O padrasto Garotinha tem morte brutal

ANDREZZA MOURA E CATARINA ALCÂNTARA*
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Para os vizinhos e familiares de Ágatha Sophia Jesus dos Santos, de apenas 2 anos, a morte dela era uma tragédia anunciada, já que a garotinha era constantemente agredida pelo padrasto, o ajudante de pedreiro Edson Neris Barbosa Santos, 27, o Grande.

Uma mulher, que preferiu não se identificar, afirmou que as agressões eram tamanhas que, às vezes, a criança chegava a defecar nas calças.

Ágatha morreu na noite do domingo (20), na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de São Marcos, após ser supostamente estuprada e estrangulada pelo padrasto.

Quando aconteceu o fato, a criança estava sozinha em casa com o suspeito, na Rua José Gomes, no bairro Vila Canária. A mãe da menina, Jéssica Jesus dos Santos, 21, havia saído no sábado (19) e não tinha retornado à residência, segundo populares.

"Vou falar mesmo. A mãe dela [Ágatha] é culpada. Ela cansava de sair, passar vários dias fora e deixava a menina aí sozinha com ele. Além de deixar ele bater na menina, até com pedaço de madeira, ela também a espancava", desabafou uma vizinha do casal, sob anonimato.

Foi Jéssica quem levou à filha à UPA, depois de encontrá-la desacordada no colo do padrasto. Em conversa com o MASSA!, Jéssica contou que, ao chegar em casa, Grande alegou que a criança começou a passar mal após comer macarrão com salsicha. Ele negou ter estuprado a enteada.

* Sob a supervisão do editor Samuel Lima