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Sáb, 05/01/2019 | Atualizado em: 05/01/2019 às 05h01


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"Estou no Maior do nordeste"

Léo Santana
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Principal contratação do Bahia até o momento para esta temporada, o meia Guilherme chega 'badalado' ao Fazendão. Depois de acumular passagens por Cruzeiro, Atlético-MG, Athletico, Corinthians e clubes do exterior, além de conquistar títulos importantes como a Libertadores, Copa do Brasil, Sul-Americana e Recopa Sul-Americana, o jogador de 30 anos desembarca no Tricolor com 'status' de atleta experiente e com bagagem, mas sabe que vai ter de brigar por posição no meio de campo do técnico Enderson Moreira.

"Não me vejo sozinho nessa disputa. O que vai indicar [a titularidade] são os treinamentos. Todos estão focados. Vou procurar fazer minha parte bem feita", destacou Guilherme em entrevista coletiva durante sua apresentação no CT do Bahia, ontem à tarde.

No entanto, nas últimas temporadas, o meia sofreu com lesões e não conseguiu engatar uma boa sequência de jogos nos clubes por onde passou. Questionado sobre a sua parte física, Guilherme garantiu que está pronto para atuar e sem problemas. "Chego muito bem. Não foram lesões repetitivas. O que é repetitivo é como é divulgado na mídia, e nem sempre é verdadeiro. Cheguei em 2017 no Athletico, em seguida tive uma fratura na vértebra, que foi um acidente, uma joelhada que tomei, fiquei 40 dias afastado, e agora no fim do ano, fraturei o dedo do pé. Foram dois acidentes. Importante frisar que esse tema lesão é um passado distante. Muscular, estou muito bem. Minha cabeça está muito boa para estar mais vezes em campo", completou o atleta.

E atuar na capital baiana não será novidade para o experiente jogador. Em 2002, Guilherme foi revelado pelo Real Salvador e, em seguida, se transferiu para o Cruzeiro. Nostálgico, o meia lembra que este foi um dos motivos que o levaram a acertar com o Tricolor. "Estive em Salvador com 13 anos. Me emociono, porque estou em um grande clube, o maior do Nordeste. [...] Cheguei em 2002. Sou do Maranhão. Vim para o Real Salvador. Tenho amigos que ao longo dos anos perdemos contato, mas acredito que vão aparecer. Joguei na Boca do Rio, no campo militar da Pituba, Cidade Baixa, nos interiores, Camaçari, Dias D'Ávila. Estou feliz em estar retornando. Não é só trabalho. É uma questão emocional", revela.