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Sex, 21/12/2018 | Atualizado em: 21/12/2018 às 05h01


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Apertou PF está na cola de Aécio Neves

Estadão Conteúdo
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A segunda fase da Operação Ross, que mira o senador Aécio Neves (PSDB) foi deflagrada ontem (20), a pedido da procuradora-geral, Raquel Dodge, com base em representação da Polícia Federal "a partir da descoberta de novos indícios de práticas criminosas".

Em manifestação ao STF, Raquel defendeu "a necessidade das buscas" em três endereços ligados ao tucano, inclusive no apartamento residencial da mãe dele, Inês Neves da Cunha, em Belo Horizonte, e de um primo do senador, Frederico Pacheco.

A Operação Ross investiga suposta propina do Grupo J&F ao senador, entre 2007 e 2014. A primeira fase foi deflagrada no dia 11 passado e fez buscas em endereços do próprio senador, da irmã dele, Andréa Neves, e do deputado federal Paulinho da Força (SD-SP).

Segundo o MPF, em troca dos recursos financeiros, Aécio teria prometido favorecimentos em um eventual governo presidencial (2015 a 2018), além de influência junto ao governo estadual de Minas, "neste caso, com o objetivo de viabilizar a restituição de créditos tributários".