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Sex, 02/11/2018 | Atualizado em: 02/11/2018 às 05h00


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Trabalhador foi morto na covardia

Euzeni Daltro
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Era pouco mais de 21h30 de quarta-feira (31). Dois homens chegaram ao portão principal do prédio de número 391 chamando por José, um pai de família honesto e trabalhador, conforme os relatos de amigos. José saiu para atender ao chamado e acabou executado a tiros na porta de casa, no Bloco 18 do Residencial Quintas da Glória, no Parque São Paulo, em Itinga, Lauro de Freiras.

O mestre de obras José Raimundo Gomes Santos, 48 anos, ainda chegou a ser levado por uma guarnição da Polícia Militar (PM) à UPA, em Itinga, mas já chegou morto à unidade de saúde. No local do crime, a polícia recolheu mais de 10 cartuchos de projétil de calibre 9 mm.

"Ele era meu compadre. Era um cara correto, não se envolvia com nada errado. A gente acredita que ele foi morto justamente por ser meu compadre. Certamente os traficantes descobriram e mandaram matar", afirmou o sargento Alves, do Pelotão de Emprego Tático Operacional da 81ª CIPM (Itinga).

O tráfico de drogas no Residencial Quintas da Glória é controlado pela facção criminosa Bonde do Maluco (BDM).