Nas Ruas

Qui, 25/10/2018 | Atualizado em: 25/10/2018 às 05h01


Nas Ruas

Trabalho dos salva-vidas em pauta

Tânia Araújo
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O Encontro Nacional de Profissionais de Salvamento Aquático, realizado ontem, contou com profissionais, vítimas de afogamentos, representantes da Prefeitura e do Estado, dentre outros, para discutir o projeto que regulamenta a profissão. Aprovado na Câmara Federal, o projeto ainda aguarda apreciação do Senado. Segundo Antônio Barreto, coordenador da Associação Baiana de Salvamento Aquático, atualmente, 254 salva-vidas atuam no município. "Muitos deles com mais de 37 anos de efetivo, trabalhando de forma incansável nas praias, sem poder se aposentar por falta de regulamentação da profissão", explica. O coordenador explanou sobre a prestação do serviço de salvamento na extensão da orla. "São 10 anos sem concurso público para a função, somos poucos e a extensão da orla de Salvador é enorme. Não há efetivo para atender toda costa como deveria", apontou. Ele destaque que não há efetivo suficente. "Pouco mais da metade das praias da cidade não conta com assistência", lamentou.