Te Contei?

Qua, 10/10/2018 | Atualizado em: 10/10/2018 às 07h56


Te Contei?

Diversidade contra o preconceito

Gabriel Ribeiro
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Ao longo dos anos, com muito esforço e dedicação dos amantes da música eletrônica, o ritmo vem conquistando cada vez mais o mercado da música brasileira e, dentro desse período, ganhou espaço nos mais variados clubes, festivais e, principalmente, de raves no cenário. Apesar da mudança comportamental que as pessoas sofrem na vida, em pleno século 21, tanto a juventude quanto as pessoas mais velhas ainda possuem preconceitos com as novidades que "fogem do padrão convencional", ou seja, a sociedade impõe o que é certo ou errado dentro das suas próprias conveniências.

O que as pessoas mais agregam ao cenário da música eletrônica é a venda e o uso de drogas ilícitas, sendo assim, qualquer apreensão de drogas em festas de música eletrônica repercute com muita facilidade na mídia afora.

Um preconceito, que é alimentado pelo sensacionalismo, acaba de certa forma afetando a reputação desse universo musical, que tem vários profissionais ligado a ele, além de acabar denegrindo a imagem de alguns frequentadores ou até mesmo atraindo outros mal-intencionados.

Quaisquer assunto que é muito repetido acaba sendo tomado como verdade, mesmo que não seja. Por isso, é tão importante que todos combatam essa relação automática e direta entre drogas e música eletrônica. Para que isso aconteça, informação é a principal maneira de vencer o preconceito. Em primeiro lugar, as pessoas que são influenciadas a pensar assim, não conhecem o ambiente em questão, sendo assim, acabem criando uma ideia ilusória e superficial do mundo do que realmente é a "música eletrônica".