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Seg, 08/10/2018 | Atualizado em: 08/10/2018 às 07h05


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Arbitragem revolta tricolores

Léo Santana
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O segundo triunfo fora de casa do Bahia no Campeonato Brasileiro estava muito perto de acontecer quando o Tricolor abriu 2 a 0 diante do Grêmio, em Porto Alegre, na noite do último sábado. Com um jogador a menos em campo por conta da expulsão 'rigorosa' do zagueiro Jackson, o Esquadrão se postava bem defensivamente e os três pontos se aproximavam do Fazendão.

Foi aí que entrou em ação, de forma decisiva, o juiz Rodolpho Toslki Marques. Aos 40 minutos do segundo tempo, o árbitro marcou um pênalti inexistente do volante Gregore no atacante Marinho. O goleador Jael, que não tem nada haver com a história, igualou o marcador, fechando o placar em 2 a 2 para a revolta dos tricolores.

"A gente vê os caras apitando olhando muito a camisa, o local em que está apitando. Isso é absurdo. Isso faz com que a gente possa acreditar pouco que vai ter solução", disparou o técnico Enderson Moreira logo após o jogo.

O presidente Guilherme Bellitani foi ainda mais longe e pediu a paralisação da competição nacional. "A CBF deveria suspender o campeonato e pedir aos juízes que declarem vencedores e perdedores dos jogos que faltam. Eles estão decidindo o campeonato. Uma vergonha", detonou o dirigente.

Já o torcedor Heitor de Oliveira Barbosa acredita que há influência nos resultados dos duelos, levando-se em consideração a região de cada equipe. "Ficou evidente o favorecimento para o time gaúcho e essa não foi a primeira vez que um clube nordestino sofre com erros grotescos de arbitragem", disse.