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Qui, 04/10/2018 | Atualizado em: 04/10/2018 às 09h45


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Nos pênaltis Baêa apaga o Fogo e sonho segue vivo

gabriel conceição*
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A classificação inédita do Bahia para as quartas de final da Copa Sul-Americana na noite de ontem, diante do Botafogo, no estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro, entrou para história do clube. Após perder o jogo no tempo normal por 2 a 1, mesmo placar que aplicou no confronto de ida, a decisão foi para as penalidades, e o Tricolor foi mais competente e bateu o Fogão por 5 a 4.

A primeira etapa começou com os cariocas pressionando. Aos 16, Kieza ajeitou a bola para Lindoso, que matou no peito e mandou de voleio para excelente defesa de Douglas.

O Bahia respondeu logo em seguida, aos 19 minutos. O atacante Gilberto entrou na área e soltou uma bomba na rede pelo lado de fora.

Na sequência, o Fogão abriu o placar com Rodrigo Pimpão, aos 25 minutos. O zagueiro Grolli dormiu na defesa e perdeu a bola para o atacante botafoguense, que saiu de cara com Douglas e mandou para o fundo da rede.

Mas não demorou muito para o Bahia reagir. Aos 32, Vinicius cruzou para Gilberto, que escorou de cabeça para Edigar Junio completar de primeira para o gol, empatando a partida.

Logo em seguida, a zaga do Bahia deu mais uma cochilada, e, aos 39, Lindoso tocou para Luiz Fernando, que saiu de cara com Douglas. O atacante driblou o goleiro e finalizou, colocando a equipe carioca novamente em vantagem.

Na segunda etapa, o Bahia foi claramente superior ao Botafogo. O Esquadrão teve mais posse de bola, chegou com perigo no ataque e se defendeu bem, mas o placar seguiu inalterado, levando o duelo para a disputa de pênaltis.

Nas cobranças, Gilberto, Zé Rafael, Allione e Nilton foram bem e marcaram os gols. Já Jackson desperdiçou sua batida, mas houve empate e os batedores foram para as alternadas. Foi aí que o goleiro Douglas brilhou e defendeu o pênalti do lateral Moisés. Na última batida, o volante Flávio cobrou bem e selou a histórica classificação do Esquadrão, que enfrenta o Atlético-PR na próxima fase da competição.

O Esquadrão ainda faturou R$ 1,5 mihão para os cofres

*Sob a supervisão do editor Léo Santana