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Qui, 20/09/2018 | Atualizado em: 20/09/2018 às 07h52


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Execução Tiro 'decreta' a última corrida

Raul Aguilar
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A morte do taxista Danilo Almeida da Paixão, de 28 anos, na noite de terça-feira (18), no Barbalho, intriga colegas de profissão e familiares da vítima.

Dênis Paim, presidente da Associação Geral dos Taxistas (AGT), acredita que o taxista foi vítima de uma tentativa de latrocínio. "Soube que o carro em que estavam os assassinos vinha em alta velocidade, buzinando e transformando, sinalizando para Danilo parar. Como ele não parou, os caras resolveram atirar. Esse tipo de roubo contra taxista está virando rotina", afirmou Dênis.

Danilo trabalhava no ponto de táxi no Pelourinho e, antes de ser morto, ele pegou uma corrida para a localidade Bairro Guarany, na Liberdade, segundo informou um taxista que trabalha no local.

No local do crime, um homem, que não quis se identificar, afirmou que o taxista tinha discutido com o motorista de um carro preto antes de ser morto. "Ele discutiu com um motorista e o cara perseguiu ele. Quando o sinal fechou, o cara encostou o carro ao lado do veículo do taxista, sacou uma pistola e disparou no rosto dele. Foi coisa de profissional, ele morreu na hora. Estranhei que assim que ele foi morto a rua encheu de policiais", confidenciou a testemunha.

A mulher da vítima acredita que seu marido foi morto por uma briga no trânsito. "Eu soube que ele possa ter sido morto por causa de uma briga de trânsito. Eu espero uma resposta da polícia, ele era uma pessoa de bem", afirmou a mulher.