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Qua, 08/08/2018 | Atualizado em: 08/08/2018 às 05h00


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Salvadora Feminicidas não passarão

ANDREZZA MOURA
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"Desde a criação, prendemos 125 agressores. Prefiro dizer que são 125 feminicídios a menos. Porque, talvez, se a Lei Maria da Penha não existisse, talvez tivéssemos perdido aquelas mulheres", comemorou a major Denice Santiago, comandante da Operação Ronda Maria da Penha (ORMP), ao falar sobre a importância da lei como suporte no trabalho desenvolvido pela especializada da Polícia Militar, há três anos.

Durante todo o dia de ontem, data em que a Lei Maria da Penha completou 12 anos, policiais militares, representantes de entidades jurídicas e da sociedade civil participaram do Workshop 'Nivelamento de ações no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher: Fortalecendo a Rede', no Centro de Operações e Inteligência (COI) da Secretaria de Segurança Pública (SSP/BA), no CAB.

O evento teve como principal objetivo o compartilhamento de conhecimentos e a integração de propostas de atuação conjunta da tropa visando um trabalho efetivo em todos os 13 municípios em que a ORMP atua no combate à violência contra as mulheres.