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Sáb, 04/08/2018 | Atualizado em: 04/08/2018 às 05h00


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É tênis, mas a bola não pode quicar!

Aurélio Lima
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Saltar durante as partidas para não queimar os pés na areia quente faz parte do jogo de troca de bola. E é assim que atletas brasileiros e de outras seis nações disputam na praia o Pan-americano de Beach Tennis desde anteontem, em Santa Cruz Cabrália, no Sul da Bahia.

O torneio inédito será encerrado amanhã, após reunir 190 competidores pelas seis quadras da arena montada na Praia da Coroa Vermelha e 14 outras quadras em um hotel da cidade. Ainda pouco praticado, o objetivo do esporte é o tenista rebater a bola para o lado adversário antes dela tocar na areia (veja infografia acima).

O próprio piso onde as partidas são disputadas já se torna um obstáculo à parte, devido à temperatura ardente para os pés dos atletas. "Quem não tiver resistência e um bom preparo cansa demais", disse o tenista baiano Matheus Giovanini Avelar, 20 anos.

Um dos 64 atletas da seleção brasileira no evento, Matheus, que reside em Cabrália, disse já ter se habituado a sofrer com o calor frequente e a areia 'pegando fogo'. Ele joga partidas de simples e em dupla com o parceiro de quadra, Antônio Vollmer Kuteer.