Ter, 05/06/2018 | Atualizado em: 05/06/2018 às 12h50

Tricolor quer dar tiro certo

amanda souza*
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"Mudança no comando técnico. O Esporte Clube Bahia comunica que Guto Ferreira não é mais seu treinador". Foi assim que o Tricolor, através do site oficial do clube, comunicou o desligamento do técnico na noite do último domingo.

Guto não resistiu a mais uma derrota e caiu. O placar desfavorável de 2 a 0 contra o Grêmio no fim de semana foi a gota d'água de uma fraca campanha na Série A do Brasileiro.

Agora, o clube vai ao mercado buscar alguém para ocupar o posto. Há muitos desempregados à vista, e o presidente Guilherme Bellintani já deu a receita: "o que a gente quer é um treinador que se encaixe no perfil do grupo, independente de ser da geração antiga ou nova".

Os nomes que podem estar na mesa do Bahia são diversos e vão dos mais acessíveis aos mais requisitados. Dos que podem estar 'a preço de banana', Carpegiani é dos mais cotados pela torcida, que gostou da passagem dele por aqui.

Há ainda nomes como Marcelo Chamusca, Cristóvão Borges e Zé Ricardo, recém-demitido do Vasco. Se quiser sonhar um pouco mais alto, o Tricolor pode pensar em Marcelo Oliveira, Dorival Júnior e Vanderlei Luxemburgo.

Enquanto não chega ninguém, quem fica interinamente no lugar de Guto é Cláudio Prates, auxiliar técnico fixo do clube.

Em sua última entrevista, minutos depois do jogo, Gordiola elogiou a postura do clube nas duas últimas partidas, mesmo com as derrotas. "Da maneira que o Bahia tem lutado, me traz orgulho de dirigir esse grupo", contou.

Apesar da declaração, Guto não demorou muito no cargo. Horas depois, o clube já emitia o comunicado ao torcedor e à imprensa que anunciava a demissão do treinador.

Na manhã de ontem, o presidente do clube, Guilherme Bellintani, fez um balanço do trabalho de Guto ao longo dos 5 meses que o técnico esteve à frente do clube. "A gente avalia como positivo. Conseguimos fechar o ciclo de Guto Ferreira indo muito bem em quatro das cinco competições, mas não atingimos nossos objetivos na quinta competição", avaliou.

Bellintani fez questão de ressaltar o bom desempenho de Gordiola, que "trabalhou muito próximo dos 100% do que havia sido planejado", mas não deixou de justificar a demissão de maneira bem direta. "Pela falta de rendimento e sobretudo de resultados no Campeonato Brasileiro a gente decidiu pelo desligamento".

* Sob a supervisão do editor Rafael Tiago Nunes