Qui, 31/05/2018 | Atualizado em: 31/05/2018 às 05h00

Se ligue! É economia 'de guerra'

JOYCE DE SOUSA
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Em tempos de falta de produtos nas prateleiras e venda de sobras ou renovação de estoques "pela hora da morte", os consumidores precisam recorrer à criatividade para dar conta do orçamento.

"É hora de substituir produtos e não dar vez para o empresário que quer tirar o prejuízo com preços abusivos dos produtos", alerta a presidente do Movimento de Donas de Casa e Consumidores da Bahia (MDCCB), Selma Magnavita.

A ONG tem contribuído com órgãos de defesa do consumidor na fiscalização de preços no estado. Mas são as dicas do MDCCB para lidar com a escassez e alta de preços que mais têm feito sucesso. "Não é porque está faltando um produto que se deve 'raspar' o que encontrar nos supermercados, mesmo que o preço esteja bem acima do que o anterior à greve", ensina Selma.

"É um comportamento desesperador que não ajuda a coletividade e, principalmente, dá corda para quem está apenas repassando o prejuízo para o consumidor final. Quem disse que temos que aceitar isso?", questiona a presidente do Movimento.

Para Selma, o momento atual deve ser encarado como uma "fase de economia de guerra", em que o consumidor deve abrir mão de preferência por produtos e ingredientes mais baratos.

"Se cedermos aos nossos gostos, vamos pagar caro não só agora, como ainda mais daqui por diante", alerta. "Temos que mostrar, no dia a dia, que nosso bolso chegou ao limite, assim como para os caminhoneiros", completa.