Qua, 16/05/2018 | Atualizado em: 16/05/2018 às 05h01

Modernos Alta tecnologia a serviço do crime

Euzeni Daltro
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A quadrilha suspeita de tentar furtar a agência do Banco do Brasil, localizada na Rua Pará, na Pituba, é natural do estado do Mato Grosso e tem histórico de atacar agências bancárias em todo o país sem o uso de armas ou explosivos, apenas com equipamentos para cortar cofres e um bloqueador de frequências. Este último, avaliado em R$ 50 mil, inibe sinal de celular e congela imagens de câmeras de segurança.

Três dos quatro integrantes suspeitos de participar do crime foram presos por volta das 8h da manhã de segunda-feira (14) – 10h após a tentativa de furto à agência na Pituba – em uma casa de luxo no bairro de Praia do Flamengo. Horas depois, o homem apontado pela polícia como líder do grupo foi preso em um apartamento em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).

As prisões foram feitas durante uma operação da Polícia Civil, da qual participaram policiais do Grupo de Repressão a Roubos a Banco e Antisequestro do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), da Coordenação de Operações Especiais (COE) e do Departamento de Inteligência da Polícia Civil (DIP).

O grupo era investigado e monitorado pela polícia há três meses, conforme informou o delegado Paulo Roberto Guimarães, coordenador do Grupo de Repressão a Roubos a Banco e Antisequestro do Draco. De acordo com ele, o bando é suspeito de praticar a mesma modalidade de furto em estabelecimentos comerciais.

"Um deles confessou que, no domingo do micareta de Feira de Santana, eles invadiram uma unidade da Drogasil e furtaram cerca de R$ 24 mil", afirmou o delegado.