Seg, 14/05/2018 | Atualizado em: 14/05/2018 às 05h01

Modo hexa carregando

Tiago Lemos
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O caminho para o hexa passa por uma boa primeira fase. Claro que só isso não será suficiente, mas o Brasil precisará confirmar o status de favorito ao título da Copa do Mundo 2018 com uma boa arrancada inicial na Rússia, de preferência com três vitórias diante dos adversários do Grupo E.

O primeiro confronto será disputado contra a Suíça, no dia 17 de junho, um domingo, às 15h, em Rostov. No dia 22, o time comandado por Tite vai enfrentar a Costa Rica, em São Petersburgo. O último jogo será realizado contra a Sérvia, dia 27, em Moscou.

Tite assumiu a Seleção no segundo semestre de 2016. Só perdeu um amistoso. De lá para cá, ainda venceu 15 duelos e empatou outros três. A eficiência nos resultados é reflexo do bom futebol apresentado por uma equipe que tem variações de jogo e soube passar por testes difíceis, como Alemanha, Uruguai e Argentina.

A última novidade, no entanto, é preocupante. Daniel Alves não vai jogar a Copa do Mundo por causa de uma lesão no joelho. Hoje, os 23 jogadores que irão ao Mundial serão convocados por Tite. Danilo, Fagner e Rafinha brigam pelas duas vagas da lateral direita.

Para levantar a taça pela sexta vez, o Brasil conta com um equilíbrio. A defesa sabe sofrer, enquanto o ataque é recheado de craques. Além dos titulares Neymar, Philippe Coutinho e Gabriel Jesus, o banco conta com Willian, Roberto Firmino e Douglas Costa.

Primeira adversária do Brasil na Rússia, a Suíça quer pelo menos repetir 2014, quando chegou às oitavas. A estratégia, porém, é diferente. Se há quatro anos os suíços fechavam-se na defesa e apostavam nos contra-ataques, agora, com o técnico Vladmir Petkovic, a ideia é ter posse de bola e, com isso, chegar ao gol. Xherdan Shaqiri é o principal nome do time.

Sobre a Costa Rica, será difícil repetir a última Copa, quando só não foi às semis por causa da Holanda. Destaque na ocasião, o goleiro Keilor Navas pode fazer a diferença. Foi assim que ele garantiu sua ida ao Real Madrid. Já o técnico Óscar Ramírez vai apostar nos contra-ataques.

A Sérvia volta ao Mundial para mostrar a sua qualidade. O volante Matic é a principal referência da equipe, comandada por Mladen Krstajic desde o término das eliminatórias. Slavoljub Muslin havia sido demitido após classificar a seleção porque não gostava de convocar atletas mais jovens.