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Sex, 11/05/2018 | Atualizado em: 11/05/2018 às 05h00


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Algoz de família pega pena gigante

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O comerciante Gilson de Jesus Moura, 50 anos, foi condenado a 112 anos de reclusão pelas mortes dos filhos Taís de Jesus Moura, 13, Carlos Alexandre de Jesus Moura, 9, e Chaiane Vitória de Jesus Moura, 8, e da enteada Emilly Moura de Lima, 16, e do filho dela, Enzo Luan Moura de Lima, um bebê de 1 ano e 6 meses.

Ele também foi condenado pela tentativa de homicídio contra a companheira, a comerciante Cristina de Jesus Moura, 37, e a filha caçula do casal, Ayla Danielle de Jesus Moura, 4, e pelo aborto de Emilly, que, à época, estava grávida de cinco meses.

As vítimas tiveram os corpos incendiados, na madrugada do dia 4 de janeiro do ano passado, enquanto dormiam na casa da família, na Rua Itatiaia, no Residencial Alto do Rosário, no bairro Mangabeira – em Feira de Santana (a 118 km de Salvador).

Na ocasião, Gilson jogou gasolina na família, ateou fogo, trancou as portas da residência e fugiu.

Ele foi detido dois dias após o crime, ao retornar a Feira de Santana para entregar o veículo, um VolkswagenGol vermelho [HZT- 7123], que havia vendido. Quando foi detido, Gilson se preparava para retornar a Capim Grosso, no Centro-Norte da Bahia, onde ficou escondido depois de matar a família. Além de Capim Grosso, ele também se escondeu em Irecê e Jacobina, interior baiano. O comerciante passou as noites nas rodoviárias.