Qui, 10/05/2018 | Atualizado em: 10/05/2018 às 05h01

Sem ficar preso, bandido seguia aprontando

ANDREZZA MOURA
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"Estamos enxugando gelo, a gente prende e a Justiça solta. Ele é um criminoso de alta periculosidade". Esse foi o desabafo de um policial civil ao falar sobre as solturas do cearense João Batista Neto, 23 anos, durante as audiências de custódia.

Apontado pela polícia como o assassino do comerciante João Batista Silva, 71, em novembro do ano passado, no Uruguai, ele foi preso pela terceira vez, somente este ano, por porte ilegal de armas e tráfico de drogas. Em abril, João foi detido duas vezes, num intervalo de três dias, e solto após passar pelo crivo de um juiz.

A última prisão dele foi na tarde da terça-feira (8), na Av. Afrânio Peixoto, em Praia Grande, no Subúrbio Ferroviário. Na ocasião, ele foi detido por PMs da Operação Gêmeos, ao tentar fugir deixando para trás uma mochila com um revólver calibre 38 municiado e 12 munições de mesmo calibre. Ele deve passar por audiência de custódia ainda na manhã de hoje.