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Sáb, 14/04/2018 | Atualizado em: 14/04/2018 às 05h00

Lixeiras Mais na orla, menos na perifa

Henrique Almeida*
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Apesar da Empresa de Limpeza Urbana de Salvador (Limpurb) gastar cerca de R$ 180 mil, anualmente, em reposição de lixeiras quebradas, queimadas ou deterioradas, segundo dados do próprio órgão, a equipe de reportagem identificou uma discrepância na distribuição dos equipamentos, ao passar por diversos pontos da capital baiana na manhã de ontem.

De acordo com a Limpurb, entre janeiro e março deste ano foram instaladas 330 lixeiras, das quais 210 foram danificadas. Em todo ano de 2017, esse número foi cerca de 2 mil peças, o que equivale a um custo de aproximadamente R$ 15 mil, na substituição de, em média, 70 equipamentos mensalmente.

Na orla de Salvador e no centro da Cidade, apontados pela Limpurb como os locais de maior incidência de vandalismo, podem ser notados muitos equipamentos em boas condições, assim como a orla do subúrbio ferroviário. O mesmo foi visto na orla entre a Boca do Rio e Itapuã. "A instalação de lixeiras aqui na orla começou em dezembro do ano passado. Antes, era possível encontrar muitos equipamentos quebrados", afirma o comerciante José Moreira, 63 anos. A afirmação é confirmada pelo vendedor de água, Augusto José, 60, que acredita que a situação melhorou. "Antes você dava dois passos e encontrava uma lixeira quebrada", diz.

Por outro lado, em bairros periféricos, o número de lixeiras encontrado é significativamente menor, além disso, os moradores reclamam da coleta inconstante.

*Sob a supervisão da editora Meire Oliveira