Edição do dia
Qua, 07/02/2018 | Atualizado em: 07/02/2018 às 05h01

Seita que escravizava é tirada de cena de vez

Da Redação
compartilhe
Enviar para Amigo
INDIQUE A UM AMIGO

Para enviar para outro(s) amigo(s), separe os e-mails com “ , ” (vírgula). Ex.:nome@exemplo.com.br, nome@exemplo.com.br

Imprimir
Reportar erro

Para reportar erros nos textos das matérias publicadas pelo MASSA preencha os dados abaixo e clique em "Enviar"

Aumentar fonte Diminuir fonte

Vinte e dois líderes religiosos foram presos durante a operação Canaã - A Colheita Final da Polícia Federal (PF), deflagrada ontem. Eles fazem parte de uma seita que atuava em municípios da Bahia, Minas Gerais e São Paulo.

De acordo com a investigação, o grupo praticava os crimes de redução de pessoas à condição análoga à escravidão, tráfico de pessoas, estelionato, organização criminosa, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

Ainda segundo a PF, os dirigentes da seita religiosa teriam aliciado pessoas em sua igreja na cidade de São Paulo, convencendo-as a doarem todos os seus bens para as associações controladas pela organização criminosa.

Para tanto, teriam se utilizado de doutrina psicológica, sob o argumento de convivência em comunidades, onde todos os bens móveis e imóveis seriam compartilhados. Por meio da apropriação de propriedades dos fiéis, a seita teria acumulado um extenso patrimônio.