Edição do dia
Sáb, 27/01/2018 | Atualizado em: 27/01/2018 às 05h00

Fantasia artesanal diverte e ainda dá uma graninha extra

Jones araújo*
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Já parou para pensar que acessórios que você até já tem em casa, se pode ganhar um dindin a mais em tempos de Carnaval?

Essa foi a ideia da psicóloga Tainá Villa e da estudante de administração Ingra Deonísio, ambas de 24 anos. Em uma brincadeira de foliãs, as duas amigas viram uma oportunidade de montar a loja virtual Oh Abre Alas.

"Começamos com a loja em outubro de 2017. Sempre gostamos de Carnaval e no ano passado, fizemos alguns acessórios para curtir a avenida. Recebemos muitos elogios das e achamos que seria uma boa comercializar os produtos", conta Ingra.

As microempresárias confeccionam as peças artesanalmente e divulgam no Instagram da loja. Os interessados mandam uma direct pela rede social, marcam um ponto de encontro para receber e pagar a mercadoria.

Com esse mesmo pensamento, as jornalistas Jade Giallorenzo, Luana Almeida e a estudante de jornalismo Ana Carolina, também criaram a marca O Bloco do Prazer há dois meses. A proposta inicial foi a de personalizar o look para a avenida. "O Instagram é o nosso principal canal de vendas e comunicação com a clientela, além de ser a vitrine da nossa marca. Sempre participamos de eventos e levamos nossos produtos, afirma Luana, referindo-se às tiaras, saias de filó e maquiagem. "Criamos peças a partir de referências e tendências que encontramos nas redes sociais, revistas de moda e comércio popular", revela Jade.

* Sob a supervisão da editora Ellen Alaver