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Ter, 23/01/2018 | Atualizado em: 23/01/2018 às 05h00

É luta, mas com gingado baiano

Roberto Aguiar*
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Jorge Amado, no livro Tenda dos Milagres (1969), diz que "aqui nesse território a capoeira angola se enriqueceu e transformou: sem deixar de ser luta, foi balé".

A expressão cultural brasileira nascida na Bahia mistura arte marcial, esporte, cultura popular e música e ganhou notoriedade e foi reconhecida pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciencia e Cultura (Unesco) como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. Hoje, está presente em 170 países.

Por conta dessa força e crescimento cultural, a partir de amanhã até sábado (dia 27), acontece em Salvador, a sétima edição do Festival Internacional de Capoeiragem.

O Forte da Capoeira, no Santo Antônio Além do Carmo, será a sede do evento que contará com a participação de renomados mestres capoeiristas de mais de 20 países, além de crianças de projetos sociais e estudantes. A programação inclui debates, oficinas e visitas guiadas a locais de Salvador ligados à história da capoeira.

*Sob a supervisão da editora Márcia Moreira