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Seg, 08/01/2018 | Atualizado em: 08/01/2018 às 05h01


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Latrocínio Ladrões matam 'motô' do Uber

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Há dezoito dias, após ser roubado por um passageiro, o motorista do aplicativo Uber José Henrique Pedreira Alves, 24 anos, relatou à sogra, a diarista Magali de Castro 39, o desejo de arrumar outro emprego, pois se sentia inseguro e temia pela própria vida. Ele não teve tempo.

Na noite do sábado (6), José Henrique foi baleado quatro vezes, ao tentar fugir de criminosos, na Rua Vila Pompeia, em Ilha Amarela – no Subúrbio Ferroviário –, e morreu a caminho do Hospital do Subúrbio, para onde foi levado por policiais militares da 14ª CIPM (Lobato).

Segundo familiares, há a informação de que o rapaz foi ao local para atender o chamado de duas mulheres, quando foi surpreendido por criminosos e baleado na cabeça .

"Ele foi buscá-las em Ilha Amarela para levar em Rio Sena. Tentaram roubá-lo, ele tentou fugir, mas bateu o carro. Levaram o celular e o dinheiro dele. As mulheres disseram à polícia que os ladrões também levaram os celulares delas", contou Magali o que ouviu dos policiais.

Segundo ela, em 19 de dezembro último, José Henrique foi roubado por um passageiro armado, ao realizar uma corrida em Itapuã. Depois do crime, ele foi abandonado em uma rua deserta.

"Era um menino de ouro, trabalhador. Disse que ficaria no Uber até arranjar um emprego melhor", lembrou a senhora, ao elogiar o genro.