Viver Bem

Sáb, 06/01/2018 | Atualizado em: 06/01/2018 às 05h00


Viver Bem

Se Maomé não vai até a montanha...

Amanda Souza*
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Sexo ainda é tabu para muitos. Por isso, não é raro encontrar pessoas com vergonha de falar e fazer qualquer coisa asssociada ao asunto. Entrar num sexshop, por exemplo, pode ser um enorme desafio para os tímidos.

Foi pensando nisso que Silvinha Matos, consultora de sexshop, resolveu entrar no mercado erótico oferecendo um serviço de delivery. É ela quem vai até os clientes!

Depois de deixar de entrar num sexshop por vergonha de ser vista por um conhecido, Silvinha decidiu vender produtos para quem sente o mesmo. "Eu estava do lado de fora e fiquei pensando 'quantas pessoas deixam de entrar?'", lembra.

O surgimento desse serviço estimulou o consumo do mercado erótico. De acordo com dados da Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual (Abeme), as mulheres representam 70% dos consumidores de lojas físicas, mas se sentem mais à vontade para escolher e comprar esses produtos em ambientes reservados, onde são responsáveis por 90% das vendas. Os homens se aproximam das mulheres quando se trata de compras via internet, onde representam 45%.

* Sob a supervisão da editora Ellen Alaver