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Qua, 06/12/2017 | Atualizado em: 06/12/2017 às 05h00

Time forte Fernando vai investir 'legal' no futebol

Igor Andrade /A TARDE SP
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Nome conhecido entre os torcedores do Bahia, o empresário Fernando Jorge Carneiro, ex-presidente do Conselho Deliberativo do clube, volta à cena para a disputa do cargo de mandatário do Tricolor em 2018. Candidato à presidência na eleição do próximo sábado, pela chapa 'Voltar a Sorrir', tenta pela terceira vez a sorte no pleito. Segundo ele, como forma de retribuir as alegrias que o time lhe deu desde a infância.

Militante, participou diretamente do grupo do qual saiu a ação que resultou na intervenção judicial no clube, em 2013, e culminou com a saída de Marcelo Guimarães Filho. Em sua chapa, o empresário se junta ao radialista Antônio Tillemont, que também concorreu duas vezes à presidência.

Fernando Jorge garante, se eleito, priorizar o futebol do clube e conquistar títulos. Apesar de se considerar uma alternativa de oposição à candidatura de Guilherme Bellintani, que é apoiado pelo atual presidente Marcelo Sant'Ana, o candidato reconhece a boa gestão administrativa de Sant'Ana.

"Tenho uma história no Bahia, que começa aos 15 anos de idade nos gramados, depois como dirigente, como conselheiro. Participei de todo o movimento de oposição. Logo depois seguimos o caminho jurídico, onde conseguimos uma liminar suspendendo a eleição e daí nasce o processo que nos leva a ter a possibilidade de intervenção com Carlos Rátis".

Sobre a aliança com Antônio Tillemont, o empresário explicou que a escolha se deu para priorizar o futebol. "É um cara de 41 anos de gestão esportiva, que vive nesse ambiente. Então, o nosso foco maior vai ser no futebol, nós vamos fazer realmente uma revolução no futebol do Bahia, na sua base e na prospecção de novos valores, que é o grande ativo de um time", explica o candidato.

Fernando Jorge considera que a gestão do futebol foi a grande falha da 'era Marcelo Sant'Ana'. "Vamos mudar só aquilo que precisa ser mudado, que é o futebol. Depois disso, voltamos para outras áreas da gestão: o Bahia não pode ter 4 milhões de torcedores pesquisado pelo Ibope e ter 16 mil sócios hoje, e com 10 mil inadimplentes. Mas, para melhorar isso, eu preciso de triunfos, títulos, eu preciso motivar a torcida, isso significa investir no futebol".